Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Objectivos para o ponto

1 - Explica quais os objectivos da política expansionista de D. João II.

2 - Identifica, no mar, as principais rotas de descobrimentos:

de Bartolomeu Dias na dobragem do cabo da Boa Esperança;

de Cristóvão Colombo no descobrimento da américa;

de Vasco da Gama no descobrimento do caminho marítimo para a Índia;

de Pedro Álvares Cabral no descobrimento do Brasil.

3 - Justifica o percurso das viagens de regresso do Oriente.

4 - Explica o significado do Tratado de Tordesilhas.

5 - Justifica os obstáculos que os muçulmanos puseram à presença portuguesa no Oriente.

6 - Explica o que é uma feitoria.

7 - Indica os produtos do comércio entre Portugal e África.

8 - Explica como estava organizado o império português do Oriente.

9 - Justifica as conquistas de Afonso de Albuquerque.

10 -  Identifica os três primeiros vice-reis da Índia.

11 - Identifica os produtos do comércio português da rota do Cabo.

12 - Explica o modo de colonização do Brasil.

13 -  Relaciona o tráfico de escravos com a colonização do Brasil.

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publicado por asergio às 19:01
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S. Francisco de Borja

Temo-nos referido à importância da Companhia de Jesus na propagação da fé católica, nomeadamente, no Oriente. Falámos em S.Francisco Xavier, o "apóstolo das Índias"  e em algumas turmas veio à baila, também, o nome de S. Francisco de Borja, a propósito dos seguintes acontecimentos:

D. Isabel de Portugal, imperatriz da alemanha, por TicianoEm 1529 faleceu a imperatriz Isabel da Alemanha, esposa de Carlos V e filha de D. Manuel de Portugal. A imperatriz estava no auge da sua beleza e do seu poder, sendo estimada e respeitada por todos na Alemanha. Carlos V, o poderosíssimo imperador da Alemanha e rei de Espanha  decidiu que Francisco de Borja, futuro duque de Gandía, deveria acompanhar os restos mortais de D. Isabel até ao panteão real de Espanha, em Granada. Imagine-se a viagem, da Alemanha até à Espanha, a acompanhar os restos mortais de uma imperatriz tão amada e respeitada!

Uma vez chegados, quinze dias depois, e sob um sol abrasador, Francisco de Borja teve que reconhecer o corpo já em adiantado estado de decomposição. Nessa altura reflectiu profundamente sobre a fragilidade das glórias do mundo e decidiu que só valia a pena amar a Deus, o único ser que é eterno. Terá verbalizado o seu pensamento nestes belíssimos termos:

nunca mais amarei quem não possa viver sempre!

 

Mais tarde, devido àquela decisão, S. Francisco de Borja irá ingressar na Companhia de Jesus da qual viria a ser figura destacada.

 

As reflexões do duque de Gandía impressionaram tanto a nossa poetisa Sophia de Mello Breyner, que dedicou um poema ao assunto. É este:

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MEDITAÇÃO DO DUQUE DE GANDIA

SOBRE A MORTE DE ISABEL ISABEL DE PORTUGAL
Nunca mais 
A tua face será pura limpa e viva 
Nem o teu andar como onda fugitiva 
Se poderá nos passos do tempo tecer. 
E nunca mais darei ao tempo a minha vida. 
 
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços 
Do teu ser. Em breve a podridão 
Beberá os teus olhos e os teus ossos 
Tomando a tua mão na sua mão. 
 
Nunca mais amarei quem não possa viver 
Sempre, 
Porque eu amei como se fossem eternos 
A glória, a luz e o brilho do teu ser, 
Amei-te em verdade e transparência 
E nem sequer me resta a tua ausência, 
És um rosto de nojo e negação 
E eu fecho os olhos para não te ver. 
 
Nunca mais servirei senhor que possa morrer. 

Lindíssimo, não é? Se quiserem ler mais poemas de Sophia de Mello Breyner podem consultar esta página.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Fátima Stocker

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sinto-me:
publicado por asergio às 17:57
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Cartografia dos Descobrimentos

Caríssimos
 
Apresento-vos, de seguida, alguns dos mapas dos Descobrimentos de que vos falei. Cliquem sobre cada imagem para a ampliar.
 
O Conhecimento do mundo é progressivo e se nos lembrarmos que os mapas medievais representavam uma realidade pouco mais do que imaginada (lembrem-se do mapa que analisámos), podemos concluir que o nosso trabalho foi enorme. É vsta e muito variada a nossa cartografia dos Descobrimentos, como podemos concluir pelos exemplos que aqui ficam.
Caríssimos
 
Apresento-vos, de seguida, alguns dos mapas dos Descobrimentos de que vos falei. Cliquem sobre cada imagem para a ampliar.
 
O Conhecimento do mundo é progressivo e se nos lembrarmos que os mapas medievais representavam uma realidade pouco mais do que imaginada (lembrem-se do mapa que analisámos), podemos concluir que o nosso trabalho foi enorme. É vasta e muito variada a nossa cartografia dos Descobrimentos, como podemos concluir pelos exemplos que aqui ficam. Reparem nas datas, por favor!
 
 
Costa Atlântica de África
Atlas de Diogo Homem de 1558
 
Compare-se o conhecimento do Brasil nos dois mapas que se seguem:
 
Planisfério de Cantino (1502)
 
Anónimo, 1545
 
E da Ásia, que conhecíamos nós? Veja-se bem a importância da presença portuguesa: o interior do Continente asiático permnece um enrme desconhecido:
 
Anónimo, 1540
 
Maravilhemo-nos, agora, com algumas representações do Brasil:
 
 
 
Neste mapa estão representadas as capitanias
publicado por asergio às 19:00
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